Muitos engenheiros acreditam que, para que o Gêmeo Digital funcione bem, seria necessário contar com um número muito maior de sensores e dados do que os atualmente disponíveis em seus processos – uma preocupação legítima ao se considerar novos investimentos tecnológicos.
Na OPTIMATECH, compreendemos essa questão e reconhecemos que cada processo possui sua própria instrumentação. Além disso, sabemos que é possível empregar diferentes modelos matemáticos, com níveis variados de rigor (ou detalhamento), conforme a realidade de cada operação. Por isso, utilizamos técnicas que avaliam a instrumentação disponível para determinar a configuração ideal do modelo. Se o processo dispõe de muitos sensores, desenvolvemos um modelo mais detalhado; se a quantidade de sensores é limitada, optamos por um modelo simplificado, mas ainda eficaz. Adicionalmente, identificamos os sensores que poderiam melhorar a medição do processo e, quando necessário, empregamos valores de referência, como os de projeto, para reconciliar os dados em tempo real – mesmo que isso implique em uma precisão um pouco menor, garantindo, assim, um panorama mais completo.
Em resumo, o sucesso do Gêmeo Digital não depende simplesmente da quantidade de sensores, mas sim da inteligência de processos aplicada aos dados já disponíveis, de forma a adaptá-los às necessidades específicas de cada operação.